Em um mundo de pop-stars etílicos, whisky evangelistas, maníacos por limpeza e embaixadores do glamour quem estaria por trás da Academia de Whisky?
Antes de responder a esta pergunta, vamos voltar a um dos momentos mais emblemáticos – e, talvez, mais desconhecidos – da história do rock. O festival era o Monsters Of Rock, o ano 1985, uma das estrelas da noite era Bon Jovi. Milhares de fãs gritavam o nome do pop star, mas quem iria subir ao palco antes era o Metallica.
James Hetfield, com todo seu tato a carisma, encarando a multidão que clamava por seu ídolo, se aproxima do microfone e grita:
“Se vocês vieram aqui ver homens vestindo lycra, maquiagem nos olhos e ouvir as palavras ‘oh baby’ em cada uma das músicas, nãos somos a porra da banda pela qual vocês esperavam.”
E fritaram o palco com uma versão soberba de Creeping Death.
Com isso em mente, se você espera ver alguém premiado apresentando embates entre garrafas de whiskies duvidosos, nãos somos a porra da banda pela qual vocês esperavam.
Nos consideramos bebedores entusiastas beirando a demência, obcecados saudáveis – ou, como abreviamos b.e.b.a.d.o.s. – letrados, curiosos e bem informados que tem o desejo de compartilhar com todos informações sinceras sobre nossa jornada – desde que olhávamos para whiskies de mercado pensando “o que é isso?” até o presente momento.
Não prestem atenção aos homens atrás da cortina:

Rafael Nardi
a.k.a. @barmandeapartamento

Octavio Stevaux
a.k.a. @devore.meu.cerebro

Pedro Menezes
a.k.a. @maltesetilicos
